O GTR está trazendo mais uma referência mundial da guitarra pra Brasília! Não percam!
17 de maio de 2010
FROGFINGERZ - ALMAH - ALL I AM - SOLO
Outro dia recebi pelo Facebook este video do guitarrista francês Frédéric Doré tocando com maestria o meu solo de All I am. Fiquei feliz de ve-lo executar com tanta propriedade um solo gravado aqui do outro lado do planeta.
Parabéns mais uma vez mano!
Parabéns mais uma vez mano!
13 de maio de 2010
Concentração!
Me preparando física e mentalmente para os próximos 45 dias.
Além dos usuais 2 ou 3 shows por semana e das quase 30 aulas semanais:
4 Shows com o Almah
1 com o Khallice
5 dias de audições de alunos do GTR
Copa do mundo
E outras cositas mais...
Além dos usuais 2 ou 3 shows por semana e das quase 30 aulas semanais:
4 Shows com o Almah
1 com o Khallice
5 dias de audições de alunos do GTR
Copa do mundo
E outras cositas mais...
5 de maio de 2010
ALMAH - Novas datas confirmadas!
• Almah - Varginha/MG - 12/06/2010
Fragile Equality
Local: Roça N’ Roll Festival
Artistas: Almah e outros
Horário: 20h00
Ingressos: Não Disponível
Informações: info@rocainroll.com
• Almah - Belo Horizonte/MG - 13/06/2010
Fragile Equality
Local: Hard Rock Café
Artistas: Almah e outros
Horário: 17h00
Ingressos: R$ 25,00; R$ 30,00 e R$ 35,00
Informações: 31 9891-9718
• Almah - Goiânia/GO - 17/06/2010
Fragile Equality
Local: Bolshoi Pub
Artistas: Almah e Khallice
Horário: 21h00
Ingressos: R$ 30,00
Informações: (62) 3274 - 1309
• Almah - Brasília/DF - 19/06/2010
Fragile Equality
Local: Marreco's Fest
Artistas: Almah e outros
Horário: 20h00
Ingressos: Não Disponível
Informações: marrecosfest@gmail.com
3 de maio de 2010
Nova entrevista!!!
Confira aqui a minha entrevista no Guitar Tech.
Ou simplesmente leia aqui. rs...
1-) Recentemente o Khallice abriu para a lendária banda Guns n´Roses, conte um pouco para nós como foi essa abertura?
Sem dúvida a internet modificou o mercado musical. Acho que sempre tivemos muitas bandas, mas agora com um clique podemos ter acesso a elas, o que é uma coisa muito boa e muito ruim. Boa pelo fato de ter de certa forma democratizado o mercado. O lado negativo é que em alguns casos as coisas são tão ruins, tão toscas que este acaba sendo o motivo pelo qual elas fazem sucesso. É um paradoxo mas acontece muito, principalmente na net.
Acho que meu início não se difere muito da maioria dos músicos. Comecei com aproximadamente 12 ou 13 anos motivado por amigos que queriam formar uma banda e pela explosão do Rock Brasil que na época estava em voga. Na sequência veio o Rock in Rio II que me apresentou uma série de bandas que eu passaria a acompanhar à partir de então. Com 16, 17 anos eu já tinha certeza do que queria para a minha vida, só não sabia direito ainda como faria. Como todos sabem, viver de música não é algo tão simples e eu, como primeiro e único músico de minha família, teria ainda que enfrentar o medo e o preconceito dos meus parentes também. Tive muitas bandas no começo de minha carreira. Encontrava semanalmente com os amigos para tocar músicas que nós gostávamos ou para compor mas acredito que o primeiro trabalho importante, em termos de banda, foi com o Khallice. A banda começou quando eu ainda tinha 18 anos mas demos início às composições alguns anos depois. Minhas influências como guitarrista foram inúmeras. Dependendo da época os mestres mudavam e até hoje adoro conhecer o trabalho de músicos ousados e inventivos. Para citar alguns posso citar Satriani, Malmsteen, Kotzen. Greg Howe, Steve Vai, Nuno e Frank Gambale.
Muito obrigado pelo elogio. Eu realmente procuro ver a técnica como um meio e não como o fim. O fim é fazer música boa, é tocar algo bonito ou instigante. Costumo pesquisar técnicas que me abram possibilidades sonoras, que me ajudem a expressar de maneira singular a minha música. Se soa bonito e diferente eu estudo...rs Além das técnicas tradicionais de guitarra, estou muito ligado há alguns anos a técnicas menos usuais como tapping (usando 3 dedos da mão direita), palhetada híbrida e hammers-from-nowhere. Quando construo um solo, jamais penso na técnica que será usada. Penso na melodia, no clima, nas notas, em tudo. A técnica para executa-lo vem por último. Tudo que é feito no sentido oposto disso na minha opinião não tem valor artístico, porque vem de fora pra dentro e sendo assim não pode ser considerado expressão. Adoro guitarristas técnicos e vou estudar técnica todos os dias pelo resto da minha vida mas com um pouco de atenção e bom senso fica fácil perceber quem está fazendo música e quem está mexendo os dedos rapidamente. É uma pena que tantos garotos estejam tão ligados à técnica pela técnica que acabam esquecendo qual a verdadeira função da música, dos músicos e dos artistas de maneira geral neste mundo.
Ouço muita coisa e tento semanalmente mudar o meu playlist. Existe o material que ouço como entretenimento, como passatempo e o material que além de ser uma curtição é também material de pesquisa. Gosto de música trabalhada, intelectual, mas curto também um som mais direto. Tudo depende do clima que você está e do que você está fazendo naquele momento. Tenho escutado bastante o Dirt do Alice in Chains, o Black Utopia do Derek Sherenian e o Sound Proof do Greg Howe. Não tenho estudado nada exatamente novo a não ser piano, que comecei a pegar aulas há alguns meses. Tenho composto bastante para os meus projetos e também tentado incorporar ao meu playing de forma mais natural alguns elementos que eu ainda preciso pensar para usar. Gosto quando a coisa fica tão natural que quando você vê já fez e isso às vezes leva tempo.
Abraços a todos!
Ou simplesmente leia aqui. rs...
1-) Recentemente o Khallice abriu para a lendária banda Guns n´Roses, conte um pouco para nós como foi essa abertura?
O Guns sempre foi uma banda que fez parte da minha vida como da vida da maioria das pessoas nascidas na década de 70, que por conseguencia, viveram sua adolescencia justamente no momento em que a banda se encontrava em seu auge de sucesso. O Khallice tem mais de uma década de existência e durante este período já dividimos palco com alguns grandes nomes da música mundial dentre eles Dr. Sin, Angra, Evergrey, Alanis, Simply Red e Dream Theater. Acredito piamente que os acontecimentos seguem um caminho, uma trilha e que se você consegue enxergar isso e se mantém firme em suas verdades e em sua busca coincidencias ou casualidades se tornam mais uma relação de causa e efeito do que qualquer outra coisa. O Netto (vocalista da banda) chegou a comentar comigo quando soubemos que teríamos GNR em Brasília o quanto ele gostaria de tocar neste show e na época lembro-me de ter pensado: Quem sabe... O fato é que algumas semanas antes do evento recebi um telefonema em minha escola. Não costumo atender a telefonemas enquanto estou dando aula mas o meu secretário me informou que era importante e que havia alguém querendo que nós abríssemos o show do Guns. Ainda meio incrédulo atendi ao fone e era um conhecido meu perguntando se tínhamos interesse em fazer a abertura. Eu respondi obviamente que sim e ele disse que faria a indicação já que havia sido sondado à respeito e disse ainda que em sua opinião a banda "certa" para tocar no evento éramos nós. Mais tarde ainda no mesmo dia recebi um email dele dizendo que havia enviado o nosso material e que agora dependia da produção do Guns aprovar a banda. As semanas passaram e como ninguém entrou em contato eu estava praticamente certo de que não aconteceria. Tive a impressão que como tocamos um Prog Metal até certo ponto bem diferente do som do Guns a produção poderia ter vetado a nossa participação. Guardei em segredo comigo a sondagem e foi muito difícil não compartilhar isso com os outros membros da banda, mas eu não queria causar uma ansiedade desnecessária. Exatamente dois dias antes do evento recebi um telefonema confirmando a nossa participação. Definimos os detalhes e fechamos o contrato.
O show em si foi maravilhoso. Já havíamos tocado pra públicos superiores a 20 mil pessoas em festivais como BMF e Porão do Rock, mas aquela estrutura de som palco e luz eram inéditas para nós. Coincidentemente eu já havia falado com o Bumblefoot (guitarrista do Guns) a quem já conhecia à uns dois anos mas há muito não tinha contato e ele foi à nossa passagem de som. Ficamos a tarde toda papeando, tocando guitarra e vendo o equipamento usado por eles no GNR. Entramos às 20:30 e tocamos por volta de 40 minutos. Fomos MUITO bem recebidos pela plateia que curtiu imensamente todas as músicas de nossa apresentação.Sem dúvida foi um momento muito especial para nós, tanto como músicos e artistas, como também como fãs da banda.
O show em si foi maravilhoso. Já havíamos tocado pra públicos superiores a 20 mil pessoas em festivais como BMF e Porão do Rock, mas aquela estrutura de som palco e luz eram inéditas para nós. Coincidentemente eu já havia falado com o Bumblefoot (guitarrista do Guns) a quem já conhecia à uns dois anos mas há muito não tinha contato e ele foi à nossa passagem de som. Ficamos a tarde toda papeando, tocando guitarra e vendo o equipamento usado por eles no GNR. Entramos às 20:30 e tocamos por volta de 40 minutos. Fomos MUITO bem recebidos pela plateia que curtiu imensamente todas as músicas de nossa apresentação.Sem dúvida foi um momento muito especial para nós, tanto como músicos e artistas, como também como fãs da banda.
2-) Em termos de equipamento, o que anda usando ultimamente? Costuma variar muito de uma gravação para um show?
Uso bastante coisa, dependendo do som que vou fazer. Toco numa banda de pop/rock duas vezes por semana no mínimo aqui em Brasília. Nela uso dois amplificadores: Um Mesa Boogie Mark V e um Orange Rocker 30. Com um A/B Box mando o som pra um ou pra outro. Para controlar as mudanças de canais dos amps e também para os efeitos uso um G-System da Tc Electronic. Este equipamento permite o uso combinado de pedais analógicos e uso basicamente Fulltones, MXRs e pedais da NIG. Os cabos são Santo Angelo, as guitarras Tagima MB-1 (meu modelo assinatura) e cordas 0.010 Elixir. Com o Almah e com o Khallice uso um full stack da Orange. A cabeça é um Thunderverb 200 e duas caixas 4 X 12, uma angulada e uma reta. Alguns pedais são adicionados ao loop de efeitos como delay e chorus. Dependendo da gig, tenho que optar por montar uma pedaleira, pois as vezes se torna inviável levar de avião todo este equipamento, mas em Brasília e nas redondezas, não abro mão do meu setup.
3-) Muito conhecido por ser proprietário e professor do Instituto GTR, como a tarefa de educador musical o ajudou no seu próprio desenvolvimento musical?
Acredito que ensinar é uma das melhores formas de aprender, obviamente, quando se leva a sério os processos tanto de aprendizado quanto de ensino. Primeiramente, o fato de ter que ter um certo domínio sobre o material a ser ensinado nos impõe a responsabilidade de estuda-lo com afinco premeditadamente. Além disso, termos sempre contato com a matéria em sala de aula, faz com que uma grande variedade de assuntos estejam sempre frescos em nossa memória, ressalto ainda, o que pra mim é o lado mais mágico do ensino. As minhas aulas são dadas individualmente, para que eu possa assim personalizar cada aula às necessidades do aluno. Cada aluno, com suas limitações e faculdades entende e enxerga o mesmo assunto de uma maneira diferente. Essa pluralidade é simplesmente algo maravilhoso e nunca deixa de me surpreender. Não pretendo parar de ensinar nunca.
4-) Podemos ver claramente em seu modelo signature Tagima MB1 um 'mix' entre os modelos Stratocaster e Telecaster, qual foi a razão dessa fusão e quais os benefícios que ela trás em termos de sonoridade e tocabilidade?
Eu sempre achei a Telecaster uma guitarra linda e muito subvalorizada. Normalmente se fala em Stratos e Les Pauls mas a Tele muitas vezes fica em um segundo plano. Talvez pela minha grande admiração pelos guitarristas de Country e Funk sempre tive um carinho especial por este modelo. Tenho umas três ou quatro aqui e me sinto muito bem ao toca-las. Por outro lado, o meu estilo de fraseado sempre exigiu que eu usasse guitarras com uma ação baixa, 24 trastes, fácil acesso às últimas casas, Floyd Rose e uma boa variedade de timbres. Neste caso, as Stratos, assim como as guitarras modernas oriundas deste modelo sempre mataram a pau. Sem dúvida a MB-1 é um mix entre essas qualidades. O shape é de uma Tele, mas a configuração é de uma guitarra moderna. Desta forma chegamos à uma guitarra esteticamente muito bonita (em minha opinião), com um braço confortável e uma boa variedade de timbres. Sem dúvida, é uma guitarra excepcional.
5-) Analisando as bandas de hoje, e o fenômeno da Internet, o que você acha dessa avalanche de bandas que temos hoje em dia, e em quais termos a internet ajuda e atrapalha esses novos talentos?
Sem dúvida a internet modificou o mercado musical. Acho que sempre tivemos muitas bandas, mas agora com um clique podemos ter acesso a elas, o que é uma coisa muito boa e muito ruim. Boa pelo fato de ter de certa forma democratizado o mercado. O lado negativo é que em alguns casos as coisas são tão ruins, tão toscas que este acaba sendo o motivo pelo qual elas fazem sucesso. É um paradoxo mas acontece muito, principalmente na net.
6-) Conte um pouco sobre o seu início na música e quais foram suas primeiras bandas e influências?
Acho que meu início não se difere muito da maioria dos músicos. Comecei com aproximadamente 12 ou 13 anos motivado por amigos que queriam formar uma banda e pela explosão do Rock Brasil que na época estava em voga. Na sequência veio o Rock in Rio II que me apresentou uma série de bandas que eu passaria a acompanhar à partir de então. Com 16, 17 anos eu já tinha certeza do que queria para a minha vida, só não sabia direito ainda como faria. Como todos sabem, viver de música não é algo tão simples e eu, como primeiro e único músico de minha família, teria ainda que enfrentar o medo e o preconceito dos meus parentes também. Tive muitas bandas no começo de minha carreira. Encontrava semanalmente com os amigos para tocar músicas que nós gostávamos ou para compor mas acredito que o primeiro trabalho importante, em termos de banda, foi com o Khallice. A banda começou quando eu ainda tinha 18 anos mas demos início às composições alguns anos depois. Minhas influências como guitarrista foram inúmeras. Dependendo da época os mestres mudavam e até hoje adoro conhecer o trabalho de músicos ousados e inventivos. Para citar alguns posso citar Satriani, Malmsteen, Kotzen. Greg Howe, Steve Vai, Nuno e Frank Gambale.
7-) Vemos em suas músicas seja no Almah, Khallice ou em outros projetos, um técnica incrível e muito bem apurada de sua parte, Quais técnicas você costuma dar prioridade e quais são os pontos a serem ressaltados na hora de construir um bom solo?
Muito obrigado pelo elogio. Eu realmente procuro ver a técnica como um meio e não como o fim. O fim é fazer música boa, é tocar algo bonito ou instigante. Costumo pesquisar técnicas que me abram possibilidades sonoras, que me ajudem a expressar de maneira singular a minha música. Se soa bonito e diferente eu estudo...rs Além das técnicas tradicionais de guitarra, estou muito ligado há alguns anos a técnicas menos usuais como tapping (usando 3 dedos da mão direita), palhetada híbrida e hammers-from-nowhere. Quando construo um solo, jamais penso na técnica que será usada. Penso na melodia, no clima, nas notas, em tudo. A técnica para executa-lo vem por último. Tudo que é feito no sentido oposto disso na minha opinião não tem valor artístico, porque vem de fora pra dentro e sendo assim não pode ser considerado expressão. Adoro guitarristas técnicos e vou estudar técnica todos os dias pelo resto da minha vida mas com um pouco de atenção e bom senso fica fácil perceber quem está fazendo música e quem está mexendo os dedos rapidamente. É uma pena que tantos garotos estejam tão ligados à técnica pela técnica que acabam esquecendo qual a verdadeira função da música, dos músicos e dos artistas de maneira geral neste mundo.
8-)O que anda ouvindo e estudando ultimamente?
Ouço muita coisa e tento semanalmente mudar o meu playlist. Existe o material que ouço como entretenimento, como passatempo e o material que além de ser uma curtição é também material de pesquisa. Gosto de música trabalhada, intelectual, mas curto também um som mais direto. Tudo depende do clima que você está e do que você está fazendo naquele momento. Tenho escutado bastante o Dirt do Alice in Chains, o Black Utopia do Derek Sherenian e o Sound Proof do Greg Howe. Não tenho estudado nada exatamente novo a não ser piano, que comecei a pegar aulas há alguns meses. Tenho composto bastante para os meus projetos e também tentado incorporar ao meu playing de forma mais natural alguns elementos que eu ainda preciso pensar para usar. Gosto quando a coisa fica tão natural que quando você vê já fez e isso às vezes leva tempo.
9-) Marcelo, agradecemos muito a sua presença aqui no Guitar Tech, gostaríamos que deixasse uma mensagem para os leitores, e para o pessoal que está dando seus primeiros passos no munido da música.
É um prazer poder dividir um pouco da minha história e experiência com vocês, não precisa agradecer. Quero agradecer às pessoas que curtem o meu trabalho pelo apoio e por todo o carinho, isto é algo realmente motivador. Para os músicos que estão iniciando tenho duas coisas a dizer: Nunca esqueça o motivo inicial que te fez querer ser músico. Aconteça o que acontecer mantenha-se sempre perto dele. Ele vai te servir como norte em futuras decisões que você precisará tomar. E a segunda: se você tem dúvida quanto a ser ou não ser músico mantenha a música como hobby e escolha outra carreira profissional. Quando é pra ser a gente tem certeza.
Abraços a todos!
1 de maio de 2010
+1
Mentiras no Divã foi o último livro que li. Na verdade já o terminei a algum tempo e estou agora lendo uma biografia do Hendrix, aproveitando o aniversário de 40 anos de sua morte.
Este é o terceiro livro do Dr. Irvin D. Yalom que leio e assim como os outros dois (Quando Nietzsche chorou e A cura de Schopenhauer) trata de uma trama sempre com doses interessantes psicanálise e filosofia. O livro é bom mas não tanto quanto os outros dois em minha opinião. De qualquer forma acho que fui com sede demais ao pote. Talvez a minha expectativa tenha tido uma certa influência na minha frustração... rs
A boa notícia é que como teremos alguns shows do Almah em junho, isso significa que terei horas de vôo e de estrada pra colocar a leitura em dia. Ganhei tantos livros bacanas de aniversário que tá difícil saber por onde começar...
Bom final de semana à todos!
27 de abril de 2010
Insônia
Destesto não conseguir dormir. Tão ruim quanto a "ressaca" do dia seguinte é o momento em que, insone, penso que não estou fazendo absolutamente nada de útil, tampouco descansando pra fazer algo de útil no dia seguinte. Parece uma lacuna no tempo que você não consegue recuperar.
Como já tinha tentado ler um pouco pra chamar o sono e o mesmo não me atendeu, resolvi compor e gravar alguma coisa. É bem simples e despretensioso e não sei o que vai virar, mas gostei do resultado.
Me digam o que acharam, ok?
Como já tinha tentado ler um pouco pra chamar o sono e o mesmo não me atendeu, resolvi compor e gravar alguma coisa. É bem simples e despretensioso e não sei o que vai virar, mas gostei do resultado.
Me digam o que acharam, ok?
26 de abril de 2010
Cool Things 43
Show do Kotzen em Goiânia, no Bolshoi, casa do meu amigo Rodrigo. Recepção nota dez. (Obrigado parceiro!) O show passou longe de ser o melhor dele que eu já vi. Em compensação, o espumante e as companhias foram excepcionais.
Em junho, Almah no Bolshoi e em Brasília também! Aguardem.
Bom demais!
Em junho, Almah no Bolshoi e em Brasília também! Aguardem.
Bom demais!
24 de abril de 2010
Reflexões
Cada vez mais estou certo de uma coisa: Se eu pudesse escolher uma qualidade, e apenas uma, para mim mesmo antes de nascer, ou para alguém querido, ao lado da saúde física que também é essencial, não seria beleza física, inteligência cognitiva, talento, força, nada disso. Seria uma mente boa e equilibrada.
A mente manda em tudo. Tudo que existe no mundo, existiu antes disso na cabeça de alguém e essa capacidade de criar e de mudar a percepção do mundo e das pessoas é uma arma poderosíssima. Tô cansado de ver pessoas talentosas, muitas vezes brilhantes mas completamente perdidas e infelizes por consequencia das escolhas feitas por suas mentes frágeis e instáveis. O tempo passa, e é possível, através da perspectiva obtida ver claramente resultados de escolhas feitas há algum tempo. Tenho N exemplos e todos os dias chovem novos na vida de quem está atento a isso. Há algumas semanas, fiquei feliz ao saber que uma querida amiga deu mais um grande passo em direção ao que ela almeja. A Karin Roepke estreou há algumas semanas numa nova minissérie da Rede Globo, além de continuar sua labuta no musical Hairspray. Quem já havia lido meu post feito há algum tempo sobre ela sabe que a conheço há um bom tempo e que o GTR fez parte do início de sua formação musical. Na época em que ela lá estudava, havia muita gente buscando o mesmo objetivo, cada uma com suas característas. Analisando as caracteríscas e as escolhas feitas por ela fica claro porque isso tudo está acontecendo. E fica claro também porque em alguns casos não acontece. Tudo se resume a ter uma boa cabeça. O resto é trabalho e dedicação.
Por acreditar plenamente nisso, desejo todos os dias para mim mesmo e todos meus amigos, não dinheiro, nem sucesso, nem grandes oportunidades, mas sim equilíbrio e a consciência de que nós construimos nossa realidade. Primeiro num mundo imaginativo, num mundo dos sonhos e depois, consequentemente, no mundo real. Por isso, mantenham o foco e sejam pacientes que o resto, pode levar um certo tempo, mas vem. E isso serve pra todas as áreas, do campo emocional ao profissional.
E é isso que desejo hoje à todos vocês!
Bom final de semana
A mente manda em tudo. Tudo que existe no mundo, existiu antes disso na cabeça de alguém e essa capacidade de criar e de mudar a percepção do mundo e das pessoas é uma arma poderosíssima. Tô cansado de ver pessoas talentosas, muitas vezes brilhantes mas completamente perdidas e infelizes por consequencia das escolhas feitas por suas mentes frágeis e instáveis. O tempo passa, e é possível, através da perspectiva obtida ver claramente resultados de escolhas feitas há algum tempo. Tenho N exemplos e todos os dias chovem novos na vida de quem está atento a isso. Há algumas semanas, fiquei feliz ao saber que uma querida amiga deu mais um grande passo em direção ao que ela almeja. A Karin Roepke estreou há algumas semanas numa nova minissérie da Rede Globo, além de continuar sua labuta no musical Hairspray. Quem já havia lido meu post feito há algum tempo sobre ela sabe que a conheço há um bom tempo e que o GTR fez parte do início de sua formação musical. Na época em que ela lá estudava, havia muita gente buscando o mesmo objetivo, cada uma com suas característas. Analisando as caracteríscas e as escolhas feitas por ela fica claro porque isso tudo está acontecendo. E fica claro também porque em alguns casos não acontece. Tudo se resume a ter uma boa cabeça. O resto é trabalho e dedicação.
Por acreditar plenamente nisso, desejo todos os dias para mim mesmo e todos meus amigos, não dinheiro, nem sucesso, nem grandes oportunidades, mas sim equilíbrio e a consciência de que nós construimos nossa realidade. Primeiro num mundo imaginativo, num mundo dos sonhos e depois, consequentemente, no mundo real. Por isso, mantenham o foco e sejam pacientes que o resto, pode levar um certo tempo, mas vem. E isso serve pra todas as áreas, do campo emocional ao profissional.
E é isso que desejo hoje à todos vocês!
Bom final de semana
20 de abril de 2010
19 de abril de 2010
Khallice AMANHÃ no Brasília outros 50 Anos.
Terça 20/04
Show com Khallice
NO BRASÍLIA OUTROS 50.
23:30 Horas
Na area externa da FUNARTE (entre a Torre de TV e o Centro de Convenções).
entrada franca.
www.myspace.com/khallice
Essa será uma grande festa organizada por artistas da cidade por amor à Brasília, porque nós merecemos!
No aniversário da cidade, mais de 50 horas com muita arte, cultura e diversidade:
Cultura Popular + Musica + Cinema e Vídeo + Dança + Circo + Fotografia + Teatro + Artesanato + Poesia + Artes Visuais e muito mais!
Link da programação: http://www. brasiliaoutros50anos.com/ fileManager/programacao.pdf
Blog do Brasília Outros 50: http://brasiliaoutros50. blogspot.com/
Nos vemos lá!
P.S (Pra ninguém ficar magoado) Obrigado à Hoanna e ao seu email de divulgação, que me permitiu, com pequenas alterações, copiar e colar esta mensagem. ;)
Show com Khallice
NO BRASÍLIA OUTROS 50.
23:30 Horas
Na area externa da FUNARTE (entre a Torre de TV e o Centro de Convenções).
entrada franca.
www.myspace.com/khallice
Essa será uma grande festa organizada por artistas da cidade por amor à Brasília, porque nós merecemos!
No aniversário da cidade, mais de 50 horas com muita arte, cultura e diversidade:
Cultura Popular + Musica + Cinema e Vídeo + Dança + Circo + Fotografia + Teatro + Artesanato + Poesia + Artes Visuais e muito mais!
Link da programação: http://www.
Blog do Brasília Outros 50: http://brasiliaoutros50.
Nos vemos lá!
P.S (Pra ninguém ficar magoado) Obrigado à Hoanna e ao seu email de divulgação, que me permitiu, com pequenas alterações, copiar e colar esta mensagem. ;)
16 de abril de 2010
14 de abril de 2010
Eu recomendo!
Octeto de Guitarras GTR neste Sábado, no Sesc
O Octeto de Guitarras GTR se apresentará neste Sábado, às 20:30, no auditório do Sesc (504 sul). Ingressos: 20 e 10 reais (inteira e meia). Livre para qualquer idade.
Composto por alunos do GTR, o Octeto é um projeto do professor e guitarrista Rodrigo Karashima, que além de tocar, escreve os arranjos e dirige o grupo.O repertório envolve vários estilos, de Beatles a Beethoven, passando
por trilhas sonoras, clássicos do rock e chorinho. O elemento de coesão dessa diversidade é a guitarra e suas possibilidades melódicas, harmônicas, rítmicas e
tímbricas. Assim, as apresentações unem diversão e seriedade,
agradando tanto os amantes da guitarra como o público em geral.
Contamos com a presença de vocês!
13 de abril de 2010
GRAVAÇÃO DVD GUITARRAS DO CERRADO interpretam JIMI HENDRIX
GRAVAÇÃO DVD GUITARRAS DO CERRADO interpretam JIMI HENDRIX
Local: UK BRASIL PUB
Data: 21 de abril de 2010 | Aniversário de Brasília
Hr: 20 horas
KIKO PÉRES | HAROLDINHO MATTOS | MARCELO BARBOSA | CELSO SALIM | ALBERTO SALES | DILLO DARAÚJO| DOCA| TONINHO MAIA e MAURÍCIO LAVENÉRE em única apresentação
“ CULTIVE A SUA TERRA e SERÁS UNIVERSAL” Maquiavel
Mais detalhes em breve!
9 de abril de 2010
8 de abril de 2010
5 de abril de 2010
3 de abril de 2010
Garage Sale
Fala galera! Ainda estou com alguns produtos aqui à venda e adicionei algumas guitarras de amigos meus que estão MUITO em conta. Quem tiver interesse comigo pode entrar em contato por aquii ou no email marcelogtr@gmail.com, ok?
Guitarra Music Man JP6 (John Petrucci model) (Com piezzo) NOVA = R$8700
Guitarra Music Man modelo Steve Morse (Azul) = 3900 VENDIDA
Guitarra Peavey Wolfgang Sunburst (Top de linha) = R$ 4900 VENDIDA
Transmissor sem fio AKG SR-40 Pro Flex = R$700
Rack Mesa Boogie V-Twin = R$1700 VENDIDO
Cabeçote Line 6 HD 147 = R$3800
Pedal Fulltone Ultimate Octave (Zerado) = R$450,00
Pedal Fulltone Full Drive 2 MOSFET (Zerado) = R$800,00
Pedal Fulltone OCD (Zerado) = R$750
Pedal Tonebone Hot Britsh (Valvulado) - R$800,00
Pedal DOD Envelop Filter - R$400,00
Amplificador Rivera R30 com case (Ernani Cases) - R$3800 VENDIDO
Guitarra Music Man JP6 (John Petrucci model) (Com piezzo) NOVA = R$8700
Guitarra Music Man modelo Steve Morse (Azul) = 3900 VENDIDA
Guitarra Peavey Wolfgang Sunburst (Top de linha) = R$ 4900 VENDIDA
Transmissor sem fio AKG SR-40 Pro Flex = R$700
Rack Mesa Boogie V-Twin = R$1700 VENDIDO
Cabeçote Line 6 HD 147 = R$3800
Pedal Fulltone Ultimate Octave (Zerado) = R$450,00
Pedal Fulltone Full Drive 2 MOSFET (Zerado) = R$800,00
Pedal Fulltone OCD (Zerado) = R$750
Pedal Tonebone Hot Britsh (Valvulado) - R$800,00
Pedal DOD Envelop Filter - R$400,00
Amplificador Rivera R30 com case (Ernani Cases) - R$3800 VENDIDO
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